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Como estimular as crianças a terem uma alimentação saudável

9 de maio
Como estimular as crianças a terem uma alimentação saudável

O seu filho come mal e faz birra na hora das refeições? Veja o que fazer para incentivá-lo a ter uma experiência prazerosa com alimentos saudáveis e nutritivos.

Um dos grandes desafios que muitos pais enfrentam no cotidiano doméstico é lidar com a questão da alimentação dos filhos. À medida em que vão crescendo, os pequenos passam a vivenciar novas experiências gustativas e começam a definir melhor gostos e preferências.

Mas por que parece tão difícil agradar o paladar deles com possibilidades mais ricas em vitaminas, nutrientes e minerais?

A resposta pode estar na falta de engajamento em atrair a atenção da criança para provar comidas diferentes do que normalmente é consumido no dia a dia, com variados aromas, cores, sabores e texturas.

Como despertar a curiosidade dela por opções mais naturais, como frutas, legumes e verduras e grãos, se o que está sempre à mão são os salgadinhos, refrigerantes e doces?

 

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O que fazer?

Os adultos têm um papel primordial na construção de bons hábitos alimentares das crianças e esse movimento deve começar em casa, por meio de escolhas conscientes e benéficas para a saúde.

O efeito dessa ação pode não ser imediato, uma vez que todo processo leva tempo. Com uma dieta balanceada e que favorece o bem-estar do corpo e da mente, as crianças terão uma rotina mais leve e produtiva.

Atitudes práticas

Com paciência e criatividade, é possível transformar o cardápio dos pequenos e proporcionar uma deliciosa experiência com os alimentos. Veja algumas dicas bacanas para adotar em casa e estimular o seu filho:

  • Seja um exemplo: as crianças reproduzem comportamentos e se espelham no comportamento do outro. Demonstre interesse por comidas mais saudáveis.
  • Leve o seu filho ao supermercado: É uma atividade em que ele poderá aprender mais sobre cada alimento, sua importância e ampliar seu repertório de opções.
  • Evite produtos industrializados: alimentos processados, ricos em conservantes e corantes, aumentam as chances de problemas cardiovasculares, gástricos e respiratórios.
  • Faça substituições: algumas trocas podem ser sutis ao paladar da criança e, aos poucos, ela vai se adaptando às mudanças. Por exemplo, substitua o sorvete por banana congelada batida; açúcar refinado por açúcar mascavo ou demerara; biscoito recheado por bolacha integral, etc.
  • Priorize a hora da refeição: o momento de sentar-se à mesa deve ser sagrado. Nada de comer no sofá ou na cama, vendo tv ou com o celular na mão.
  • Não faça comparações com outras crianças: cada uma tem uma personalidade e sensações diferentes. Respeite o tempo do seu filho em experimentar cada coisa e não force a barra.

Quanto mais cedo as crianças desenvolverem um relacionamento de qualidade com os alimentos, mais rapidamente elas sentirão o impacto positivo no dia a dia.

 

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