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Educação Socioemocional: cuidado e acolhimento na escola

11 de junho
Educação Socioemocional: cuidado e acolhimento na escola

A escola, enquanto espaço de formação e crescimento, é responsável não apenas pelo aprimoramento das capacidades cognitivas de crianças e adolescentes, como também por conduzi-los ao gerenciamento e domínio das próprias competências.

A Educação Socioemocional surge da necessidade de construir um ambiente escolar mais humanizado, no qual o aluno se sinta acolhido e incentivado a expor os seus pontos de vista e opiniões sobre o mundo de maneira assertiva.

Nossa instituição tem uma proposta voltada para o desenvolvimento global do aluno, a fim de transformá-lo em um sujeito melhor preparado para enfrentar qualquer desafio. Por isso, o trabalho de Educação Socioemocional é contínuo, ocorrendo desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. A psicóloga Vanessa Alexandrino fala sobre a importância desse processo.

“Nós somos um todo. Estamos em um espaço social e precisamos lidar com situações que vão surgir nas relações grupais. Então, é necessário aprender a ter habilidades desde a infância, para que, na vida adulta, possamos ser indivíduos mais plenos para enfrentar situações adversas.”

Nesse sentido, o suporte psicológico, adequado ao planejamento pedagógico, tem um papel primordial na experiência do aluno, transformando-o em um sujeito protagonista e mais engajado na vida acadêmica.

As ações da equipe de Psicologia são preventivas e interventivas, com práticas pautadas nas demandas de cada segmento. Os estímulos e dinâmicas são elaboradas de acordo com as circunstâncias, valorizando não apenas as especificidades faixa etária, mas o contexto particular de cada estudante.

Um pressuposto fundamental na aprendizagem é o exercício do autoconhecimento e autonomia. As crianças que conseguem ter discernimento sobre suas emoções passam a expressá-las melhor e com mais liberdade.

Segundo Vanessa, em sala de aula são trabalhados os valores humanos e as formas de lidar com as diversos acontecimentos do cotidiano. Ela explica que é preciso entender os processos sociais e as trocas coletivas: um espaço de amizade também pode se tornar um espaço de hostilidade. Como resolvê-lo?

“Uma criança que compreende as diferenças e que o mundo é um lugar onde ela tem um papel para torná-lo melhor, se surgir algum tipo de conflito interpessoal nas relações, não é preciso resolvê-lo com agressões verbais ou físicas. Pode sentar e conversar”, diz Vanessa.

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